
Jundiaí nos dias atuais. (Fotografia Bernardino Neto | Arquivo Jundiai.com.br)
Até o século XVII, Jundiaí era habitada por povos indígenas de origem tupi-guarani, que se dedicavam ao cultivo de milho e mandioca.
Em 1615, com a chegada de Rafael de Oliveira e sua mulher Petronilha Rodrigues Antunes iniciou-se o processo de colonização da cidade , chamada na época de Freguesia de Nossa Senhora do Desterro. Com a chegada de outros colonizadores, principalmente bandeirantes, os índios foram expulsos e obrigados a se refugiarem na mata. Em 1651, a inauguração da capela dedicada à Nossa Senhora do Desterro marcou oficialmente o reconhecimento da povoação de Jundiaí, elevada à vila em 1655.
Durante muitos anos, a cidade manteve-se através da agricultura de subsistência e exploração de mão de obra escrava indígena, apesar de proibido por lei, e posteriormente africana. Com a chegada de imigrantes europeus, principalmente italianos, no fim do século XIX, a cidade começou a produzir cana de açúcar, café, algodão, cereais e feijão. Foi nessa época também que iniciou-se a fruticultura, prática expressiva na cidade e região até os dias de hoje.

Igreja Matriz em 1651. (Arquivo público)
Em 28 de março de 1865, Jundiaí foi oficialmente considerada município. Seu nome é de origem tupi e significa Rio (y) dos Bagres (Jundiá).
Ainda no fim do século XIX, iniciaram-se as primeiras atividades industriais e a Estrada de Ferro (Santos – Jundiaí) foi inaugurada, trazendo mais imigrantes europeus à cidade, que acabaram substituindo a mão de obra escrava.
A partir daí a cidade continuou desenvolvendo sua forte vocação para a área industrial, intensificando-se ainda mais com a construção da rodovia Anhanguera, em 1948, formando hoje um dos maiores parques industriais da América Latina. Porém, as indústrias não suprimiram a agricultura e principalmente a fruticultura. Como estímulo para os agricultores foram criadas a Festa da Uva, em 1934, e a Festa do Morango, em 1965, que até hoje fazem parte do calendário de eventos da cidade.
Hoje, mais de 75% da população jundiaiense é constituída por descendentes dos imigrantes italianos, formando assim uma das maiores colônias do Brasil. A indústria e agricultura continuam presentes na economia da cidade, além do turismo de lazer que começa a se fortificar na região.
O aniversário de Jundiaí é comemorado no dia 14 de dezembro.

A Serra do Japí, em Jundiaí. (Fotografia Eilor Marigo | Arquivo Jundiai.com.br)



Conhecendo nossa cidade !!!!
é to curiando, cidades proximas a Jarinu
Muito bom, estou fazendo trabalho para a Faculdade sobre a cidade, preciso de mais informações.
Estou decidindo se me mudo p Jundiai por isso conhecendo um pouco mais
Ai Kellinha, jura?
Porque não muda pra cá?
Luciana Rodrigues eu queria, mas temos que ficar mais perto de SP, o Arlei tem ido muito pra lá
Americana esta 110 km de SP, quero diminuir essa distancia p 30 km estou pesquisando outras cidades com boa qualidade de vida mais proximas
Jundiaí é uma cidade linda!
Temos a obrigação de preservar essa maravilha!
a cidade e linda e muito bem situada mais falta muito para ser uma das melhores cidades do brasil, imposto caro, ruas estreitas, semaforos desordenados, bairros afastados sem policiamento, alem do abandono da infrastrutura viaria! amo essa cidade e gostaria de mais empenho na saude e educaçao!
Também é triste perceber que estão ignorando toda a arquitetura histórica… olha que pena ver a ponte torta, lá, abandonada… entre outras construções e monumentos… autoridades: melhorem o seu plano diretor, seus parques… Jundiaí tem tudo para concorrer a uma das mais bela cidades históricas de SP…
Também é triste perceber que estão ignorando toda a arquitetura histórica… olha que pena ver a ponte torta, lá, abandonada… entre outras construções e monumentos… autoridades: melhorem o seu plano diretor, seus parques… Jundiaí tem tudo para concorrer a uma das mais bela cidades históricas de SP…