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Situada a 63 quilômetros da capital do
estado de São Paulo, Jundiaí possui
cerca de
340
mil habitantes, distribuídos em
uma área de 432 km quadrados.
O acesso à cidade é feito pelas rodovias Anhangüera,
Bandeirantes e Dom Gabriel Paulino Couto, além da
proximidade com as rodovias Castelo Branco, Dom Pedro I
e Fernão Dias.
Jundiaí faz limite com 11 municípios: Várzea Paulista,
Campo Limpo Paulista, Franco da Rocha, Cajamar,
Pirapora do Bom Jesus, Cabreúva, Itupeva, Louveira,
Vinhedo, Itatiba e Jarinú. |
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Área do
município: 432 km2
Área urbana: 112 km2
Área rural: 228,6 km2
Área tombada (Serra do Japí): 91,4km2
População: 323.000 habitantes
Altitude média: 762,0 metros
Altitude máxima: 1.290,6 metros (Serra do Japi)
Altitude mínima: 673,6 metros (Rio Jundiaí)
Latitude: 23S11
Longitude : 46W52
Clima: tropical de altitude
Precipitação pluviométrica:1400 mm/ano
Temperatura média anual: 20,9°C
Principais rios: Jundiaí, Guapeva, Jundiaí-Mirim
Emancipação política: 1865
Principal produção agrícola: uva, morango, pêssego
A inauguração de uma capela
dedicada a Nossa Senhora do Desterro, no ano de 1651,
marcou o início do reconhecimento da povoação de
Jundiaí.
Quatro anos mais tarde, Jundiaí foi elevada à categoria
de vila.
No dia 28 de março de
1865, Jundiaí foi elevada à condição de
cidade.
O
nome
jundiaí,
em tupi, significa
o rio
dos jundiás, ou bagres.
O aniversário da cidade é comemorado em 14
de dezembro. Nesse dia, NÃO é feriado.
Nas décadas seguintes, a cidade tornou-se uma
estratégica área de entroncamento ferroviário, o que
possibilitou a imigração de ingleses, espanhóis e
italianos, motivados por incentivos governamentais, que
tencionavam substituir a mão-de-obra escrava.
Nas últimas décadas do século XIX, Jundiaí destacou-se
como importante centro produtor de café do estado de
São Paulo e, à partir de 1890, a cidade recebeu uma
grande massa de imigrantes italianos, cujas influências
começaram a surgir em perfeita sintonia com os
habitantes da cidade.
Na primeira metade do século XX, Jundiaí
descobriu a
sua vocação industrial, o que perdura até hoje, pois a
cidade possui um dos maiores parques industriais da
América Latina.
Jundiai destaca-se, atualmente, no desenvolvimento das
áreas cultural, educacional, tecnológica e ambientai.
A indústria do lazer também está incrementando a
economia da cidade, com a instalação de parques
temáticos que atraem turistas e geram empregos.
JANEIRO 1- Terça-feira Confraternização Universal
MARÇO 21- Sexta-feira Paixão do Senhor (Lei Municipal nº 4.080/93)
ABRIL 21 - Segunda-feira Tiradentes
MAIO 1- Quinta-feira Dia do Trabalho
22- Quinta-feira "Corpus Christi" (Lei Municipal nº 4.080/93)
JULHO 09 - Quarta-feira Feriado Civil (Lei Estadual nº 9.497/97)
AGOSTO 15 - Sexta-feira Dia da Padroeira de Jundiaí Lei Municipal n° 4080/93
SETEMBRO 07 - Domingo Dia da Independência do Brasil
OUTUBRO 05 - Domingo Eleições - 1º Turno Emenda Constitucional nº 16/97
12 – Domingo Dia da Padroeira do Brasil
26 - Domingo Eleições - 2º Turno Emenda Constitucional nº 16/97
NOVEMBRO 02 - Domingo Dia de Finados
1 5 - Sábado Dia da Proclamação da República
20 - Quinta-feira Dia da Consciência Negra
DEZEMBRO 25 - Quinta-feira Dia de Natal
PONTOS FACULTATIVOS
FEVEREIRO 04 - Segunda-feira Carnaval
05 - Terça-feira Carnaval
MARÇO 20 - Quinta-feira Quinta-Feira Santa
OUTUBRO 27 - Segunda-feira Dia do Funcionário Público Municipal; (parágrafo único, do art. 182, da Lei Complementar n°348/2002)
NOVEMBRO 01 - Sábado Dia de Todos os Santos
24 - Quarta-feira Véspera do Natal
DEZEMBRO 31 - Quarta-feira Véspera do Dia da Confraternização Universal
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Cores:
branca, vermelha, azul claro e verde claro.
O campo verde recorda o velho “Mato Grosso de Jundiaí”,
ao mesmo tempo em que simboliza a viticultura do
município. A roda dentada é o símbolo de seu parque
industrial e o baluarte no centro, com o escudete,
evoca Jundiaí como “Porta do Sertão”, assim como o nome
de sua padroeira Nossa Senhora do Desterro.
Os dois milésimos - 1.615 e 1.655, lembram a fundação
do povoado e sua elevação à vila respectivamente. A
roda dentada é em vermelho porque assim reunindo-se
sobre o verde, o vermelho e o branco, compõe-se o
conjunto das cores da bandeira italiana, e desta forma
fica constando uma homenagem à colônia que tanto
concorreu para o progresso da cidade.
A faixa azul claro representa o rio Jundiaí.
O escudo
português foi desenhado na década de 20 por Afonso de
Taunay, historiador e, na época, diretor do Museu do
Ipiranga, em S. Paulo.
A frase ao pé do escudo está escrita em latim “Etiam
per me Brasília Magna”: também graças a mim o Brasil
tornou-se grande.
Há uma roda dentada, símbolo mecânico que representa o
progresso industrial.
As folhas são de uva e café, riquezas da terra.
O homem à direita é um oficial da milícia portuguesa
(exército da época).
O da esquerda é um bandeirante, representando aqueles
que se aventuraram pelo interior e foram colonizando o
país.
O castelo ao centro faz menção à idéia medieval de
fortaleza, de cidade fortificada. Exibe o ano de início
da povoação do vilarejo (1.615) e atrás a bandeira da
Ordem da Cruz de Cristo ( a segunda bandeira da
história do Brasil).
Os peixes são três jundiás, os bagres dourados que
existiam nos rios da região.
O índio entre as árvores é um curuquim. (Diz a lenda
que eram indígenas gigantescos e corpulentos que
habitavam estas matas).
No alto do brasão, a amurada do castelo são as armas do
Conde Monsanto, donatário da capitania de São Vicente
no século XVII.
Os seis círculos do escudo pequeno marcam as viagens
que o conde fez à Terra Santa.
O ano de 1.655 é o da elevação do arraial de Jundiaí à
condição de vila.
Compositora: Haidée Dumangin Mojola
Em 1933, compôs o hino "Terra querida,
Jundiaí", em homenagem à cidade que
amava.
Em 17/11/1960, por Lei de iniciativa do
vereador Tarcísio Germano de Lemos,
promulgada pelo então prefeito Omair
Zomignani, tornou-se o Hino Oficial de
Jundiaí. |
Ó
terra querida, Jundiaí
Teus filhos amantes são de ti
que Deus abençoe eternamente esta terra onde nasci.
Ó terra querida, Jundiaí
Teus filhos amantes são de ti
saudades mil levam os que passam por aqui.
Terra gentil, altruísta,
De ti me orgulho,
Pois és bem Paulista!
Teus filhos com devoção
Marcham pr'a luta como heróis
Cheios de fé em tua oração.
Que belas tardes amenas!
Que lindas noites,
Felizes, serenas!
Teu jardim, é um paraíso
Onde a mocidade sempre jovial,
Com seu odor, confunde o riso.
Quem poderia imitar
O teu céu com suas cores?
Com teus lindos fulgores?
Os teus campos, tuas flores?
Só a natureza guiada pelo Criador
É que pode pintar este arrebol
Que jamais vi,
Tardes ao pôr do Sol!
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Radioamadores |
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